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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Direitos autorais ou direitos de tubarões ?

         A internet é um meio legítimo para propagar as mídias  , e de todas as formas , mídias digitais tem cada vez mais espaço para armazenamemento , dessa forma a quem interessa de fato proteger direitos autorais , ao artista que canta e faz shows ? E quanto mais shows , o mesmo fica mais conhecido  , ou a certos agentes , empresários , ou em outras palavras aos atravessadores da arte ?
       Sei que existe uma indústria e tantos outros empregos relacionados para a composição de cd's , mas por que não se pensa em uma evolução , um remanejamento , dado que a capacidade de arquivar cresce a cada dia , por que o planeta fica repleto de lixo , quando o lixo poderia ser compactado em computadores ? É um fato , que o povo brasileiro é bem capaz de jogar um celular velho no lixo , ou quem sabe CD ´s , penso que a arte é o reciclar de nossa criatividade ou quem sabe de nossa capacidade de criar mais e mais e não o entulhar interrupto, não deve ser a arte a produção de lixo não reciclável  para com o meio ambiente  , e que o mesmo contamine o lençol freático, falta de consciência de muitos ? Consumo ditado pelos poderosos ?A tecnologia é um instrumento para a renovação de nossa racionalidade e não alimento da ambição de agentes da arte...
        Direito autoral deve ser tratado como direito autoral e não como fábrica de direitos autorais e a questão do direito de autoria está mais ligada a condição direta da responsabilidade da criação e assim ao seu autor  , do que a industrialização de comissões...
        Acredito mais que todo autor deve buscar proteção maior , dos corruptos ambiciosos que se utilizam de sua arte  , do que do seus fãs , que direta  ou indiretamente , na compra do direito por um valor irrisório , garanto que o artista ganharia muito mais e teria muito mais tempo para criar do que alimentar os dragões que se alimentam da sua arte...  

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Sobre Jogos

"Já imaginou andar por aí e observar barras de energia sobre as cabeças das pessoas? Ou interagir com o mundo por meio de menus de interface ou com o pressionamento involuntário de botões, mesmo quando não se está segurando o controle? Foram essas algumas das respostas dos entrevistados para uma pesquisa das universidades Stockholm e Nottingham Trent, que chegou à conclusão de que alguns gamers chegam a confundir jogos e realidade. Ao questionar 42 jogadores com idades entre 15 e 21 anos, as universidades chegaram à conclusão de que a exposição a games através dos anos pode criar o GTP, Game Transfer Phenomena (Fenônemo de Transferência de Games, em inglês). Esse estado faz com que os usuários de jogos criem uma distorção da realidade, incorporando efeitos dos títulos à vida real por meio de ações e sensações. Os reflexos do GTP seriam a criação de ilusões de ótica e associações automáticas, com o gamer passando a agir no mundo real da mesma forma que atua nos video games. Tal fenômeno tende a desaparecer quando a jogatina é mais frequente. O estudo completo será publicado no final de setembro na International Journal of Cyber Behaviour, Psychology and Learning, uma revista cientifíca dedicada a pesquisas comportamentais que envolvem elementos digitais. E aí? Algum de vocês anda por aí vendo indicadores de humor na cabeça das pessoas, como em The Sims, ou já resolveu problemas no trabalho ou escola usando as mesmas estratégias de Kratos ou Marcus Fenix?"

           Crítica ou realidade , se as sociedades não estabelecem limites e ao estabelecê-los torna hipócrita a expressão dos mesmos , não serão os jogos , ocasionadores do disturbio , mas a inversão do valores sociais , valores intangíveis na atitude e essência , muito jogos podem conter um efeito terapêutico , de desenvolvimento e mesmo os jogos violentos dão vazão a uma das peculiaridades dos seres humanos... Jogos de memória , jogos de raciocínio , jogos de relacionamentos , são antes , complementares da necessária simulação e adequação ao meio social direto , alguns evitando até algumas doenças debilitantes , não pode ser assim generalizado a ausência moral e ética das sociedades modernas e imputar aos jogos as mesmas (...)